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BEZZI lança "Dance With Me Tonight", single que celebra autenticidade e enfrenta preconceitos

BEZZI lança "Dance With Me Tonight", single que celebra autenticidade e enfrenta preconceitos

Por Redação

30/07/2026 às 16:00

Imagem de BEZZI lança "Dance With Me Tonight", single que celebra autenticidade e enfrenta preconceitos

Após estrear no cenário musical com o single "Ghost The Ghost", o cantor baiano BEZZI apresenta nesta sexta-feira (31), seu segundo trabalho autoral, "Dance With Me Tonight". A nova faixa chega acompanhada de um videoclipe que amplia a mensagem da canção, propondo uma reflexão sobre liberdade, autenticidade e o direito de existir sem medo de julgamentos.

Na composição, assinada pelo próprio artista, BEZZI transforma sentimentos como insegurança, medo e a busca por aceitação em um convite para que as pessoas confiem em si mesmas e sigam seus próprios caminhos. Utilizando a dança como metáfora, a música incentiva o público a enfrentar desafios sem abrir mão da própria essência.

"Dance With Me Tonight nasceu de uma reflexão sobre quantas vezes deixamos de fazer algo por medo do julgamento das pessoas. Quis transformar esse sentimento em uma mensagem positiva. A música fala sobre seguir o seu próprio ritmo, acreditar em quem você é e não permitir que a opinião dos outros determine o seu caminho", afirma o cantor.

Além da música, o lançamento ganha força com um videoclipe que coloca a diversidade no centro da narrativa. Como integrante da comunidade LGBTQIA+, BEZZI reuniu um elenco formado por pessoas LGBTQIA+, incluindo dançarinos trans, cis e drag queens, que ocupam diferentes espaços ao longo da produção — entre eles, uma igreja.

Segundo o artista, a proposta é provocar uma reflexão sobre os preconceitos ainda presentes na sociedade. "A ideia do clipe de 'Dance With Me Tonight' é mostrar que pode ser natural uma celebração alegre, feliz e pura por pessoas que a sociedade não enxerga assim. Não é mostrar que precisamos da aceitação dessas pessoas, mas criar esse questionamento de pensar por que incomoda ver uma drag queen em uma igreja católica?", explica.

A produção busca discutir a normalização da presença de corpos e identidades diversas em ambientes tradicionalmente marcados por exclusões, reforçando a mensagem de que a existência e a expressão dessas pessoas não deveriam ser alvo de criminalização ou estigmatização.

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