Confira o line-up completo da 8ª edição do "Festival Sangue Novo 2026"!
Por Redação
22/09/2026 às 15:30

Foto: Anthony Araújo
Um dos maiores palcos alternativos da música brasileira, o Festival Sangue Novo retorna em sua 8ª edição, entre os dias 17 e 18 de outubro, agitando o Trapiche Barnabé com a nova geração do funk, reggae, axé, MPB, tecnobrega, jazz, pop e do beat melody nacional.
Neste ano, o Sanguinho promete esquentar os palcos TIM e Maré durante dois dias de festa, em um encontro especial entre o público e os artistas. Estão confirmados os shows de Céu, Zaynara, Zé Ibarra, Bia Soull, Rachel Reis, Juliana Linhares, Getúlio Abelha e Guigga Maraká.
Ao todo, treze atrações desembarcam em Salvador, representando as sonoridades do Pará, Rio Grande do Norte, Piauí, São Paulo, Bahia, Paraná e do Rio de Janeiro. Entre os destaques, o festival recebe três recém-indicados ao Grammy Latino 2026 e ex-participantes do Rock In Rio 2026, para shows de tirar o fôlego.
A programação do Palco TIM reúne uma série de apresentações que passeiam por diferentes sonoridades, começando no sábado, dia 17 de outubro, com os shows de Guigga Maraká, Juliana Linhares, Zaynara e Céu. No domingo, 18, a mistura de funk, pop, forró eletrônico e piseiro fica por conta Bia Soull, Getúlio Abelha, Zé Ibarra e a “Sereiona” Rachel Reis.
Enquanto isso, o Palco Maré recebe os agitos de Brega a Dois e Totô de Babalong, no dia 17 de outubro. Na sequência, a DJ Nate Mônaco, Ubunto e DJ Rick Nogueira comandam as ‘pick ups’ do domingo, 18, permitindo o público transitar livremente entre ambos os palcos.
Sangue Novo: Guigga Maraká, Juliana Linhares, Zaynara e Céu no sábado (17)
No primeiro dia de festival (sábado, 17), quem comanda o Palco TIM é o compositor, cantor e multiartista, Guigga Maraká. Natural de Maracás, o ex-vocalista do “Bloco Afro Filhos do Quilombo” e vencedor do Prêmio Caymmi de Música, traz a mistura da MPB e dos ritmos do sertão baiano direto para os fãs do Sangue Novo. Ainda no mesmo dia, a compositora e cantora potiguar Juliana Linhares traz o repertório de “Até Cansar o Cansaço” (2026), álbum recém-indicado ao Grammy Latino 2026, representando as sonoridades do Rio Grande do Norte no Trapiche Barnabé.
Trazendo novos talentos de diferentes regiões do Norte e Nordeste, a primeira noite do festival também recebe a estrela paraense Zaynara. De Cametá para o mundo, a cantora que já acumula mais de 750 mil ouvintes mensais no Spotify, chega ao palco do Sanguinho com um repertório que popularizou o “Beat Melody” em todo o país, gênero do qual também é precursora.
Outra novidade para o sábado de abertura é a cantora e compositora Céu, um dos maiores expoentes da música brasileira contemporânea, que chega cercada de expectativa dos fãs após ter seu encontro com o Sanguinho adiado em 2023. Vencedora de três Grammys Latinos, sendo dois com o icônico álbum Tropix (2016) e um com o disco APKÁ! (2019), a artista natural de São Paulo assina clássicos como ‘Malemolência’, ‘Lenda’ e ‘Cangote’.
Domingo (18 de outubro): Bia Soull, Getúlio Abelha, Zé Ibarra e Rachel Reis
No domingo, 18, a cantora e compositora Bia Soull estreia no Sanguinho levando ao palco do Trapiche a atmosfera de “Pornografia Auditiva” (2026), álbum lançado pela Warner Music. Revelação do funk, a paranaense mistura erotismo, humor e versos provocativos para celebrar a sexualidade sob uma ‘ótica feminina’, enquanto reforça sua identidade artística dentro da cena urbana.
Outra atração que promete agitar a noite com performances vibrantes é o piauiense Getúlio Abelha. Apresentando a nova fase do espetáculo Autópsia+, o cantor e performer une forró, brega, punk e rock em um show teatral, irônico e carregado de crítica social. A programação também conta com a musicalidade refinada do carioca Zé Ibarra, que leva ao palco o repertório do álbum Afim, navegando com elegância entre a MPB, o jazz, o pop e experimentações sonoras – que lhe rendeu a indicação ao Grammy Latino 2026.
De Feira de Santana para o mundo, a sereiona Rachel Reis retorna ao festival para apresentar a “Divina Tour”, embalada pelo disco Divina Casca (2025). Trazendo uma mistura de axé, afrobeats, reggae e pop eletrônico, a feirense promete arrastar uma legião de fãs ao som de faixas recentes e hits marcantes como ‘Motinha’ e ‘Brasa’, fechando o line-up do Palco TIM pela 8ª edição do festival.
Festival Sangue Novo: DNA de diversidade e novas vozes da música brasileira
Agitando o Centro Antigo de Salvador com a diversidade da nova música brasileira, o Festival se destacou ao longo dos anos pela line-up, composta por 80% de artistas LGBTQIAPN+, mulheres e artistas pretos(as) e pardos(as). Caindo no gosto do povo pela linguagem pluralista e experimentações autênticas, o Sangue Novo ainda chega em um Trapiche Barnabé de cara nova, 100% revitalizado e atual polo econômico multicultural da Bahia.
Com a curadoria da produtora cultural Fernanda Bezerra, o público terá acesso a novos shows, interações, ativações de marcas e programações que valorizam a diversidade cultural e experiências sonoras e artísticas em Salvador.
O projeto tem patrocínio da Tim e do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria da Cultura e Secretaria da Fazenda. Apoio ProCultura, com realização da Maré Produções Culturais.
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