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Thriller político sobre ameaça nuclear, "Júpiter" estreia no Festival de Cinema Francês do Brasil
Thriller político sobre ameaça nuclear, "Júpiter" estreia no Festival de Cinema Francês do Brasil
Por Redação
30/09/2026 às 10:15

Foto: Divulgação/California Filmes
Exibido fora de competição no Festival de Veneza em setembro último, o thriller político Júpiter/Jupiter, do estreante na direção Alexandre Smia, é uma das atrações da 17ª edição do Festival de Cinema Francês do Brasil, entre 29 de outubro e 11 de novembro, nos cinemas de todo o país. Estrelado pelos atores Denis Ménochet, André Dussollier e Reda Kateb – todos com indicações ao César -, o longa acompanha o recém-eleito presidente francês diante de uma crise internacional que pode levar a uma escalada nuclear. O público brasileiro irá assistir ao filme antes de seu lançamento na França, previsto para 18 de novembro. No Brasil, a distribuição é da California Filmes.
Na trama, Paul Archambault (Denis Ménochet), recém-eleito presidente francês, é colocado diante de uma situação extrema após o presidente da Rússia sofrer uma tentativa de assassinato. Convencido de que a Ucrânia está por trás do ataque, o líder russo faz um ultimato nuclear, aumentando o risco de uma escalada militar. Reunido com seus principais assessores políticos no bunker do Palácio do Eliseu, Archambault precisa decidir como a França deve reagir.
Grande parte da narrativa se passa dentro do Posto de Comando Júpiter, espaço real localizado sob o Palácio do Eliseu, em Paris, e utilizado pelo presidente francês em situações de crise. É daí que vem o título do filme. Em vez de mostrar o conflito em campo aberto, Alexandre Smia concentra a tensão nesse ambiente fechado, acompanhando discussões, impasses e decisões tomadas sob pressão.
Protagonista do longa, o ator Denis Ménochet é conhecido do público do festival. Em 2023, esteve por aqui com o filme “As Bestas”, de Rodrigo Sorogoyen. Em 2022, interpretou Peter von Kant no longa de mesmo nome dirigido por François Ozon, com quem repetiu a parceria em 2018, com “Graças a Deus”. Em 2017, contracenou com Léa Drucker em “Custódia”, de Xavier Legrand. Ele recebeu três indicações ao César como Melhor Ator por “Custódia”, “Graças a Deus” e “Peter von Kant” e, entre outros prêmios, ganhou o Goya por seu papel em “As Bestas”.
Júpiter marca a estreia de Alexandre Smia na direção de longas-metragens. Foi roteirista da série “Le Bureau des Légendes”, do longa “13 jours, 13 nuits”, exibido em 2025 no festival, e da minissérie “Une affaire française”. Dirigiu os curtas “Jeu s’esprit” e “La Dernière nuit”.
O Festival de Cinema Francês do Brasil tem apoio de Varilux – marca do grupo Essilor Luxottica – como “patrocinador master” e patrocínios do banco BNP PARIBAS, da EDENRED e da AIR FRANCE, além do Ministério da Cultura – por meio da Lei Rouanet – e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros essenciais são as Alianças Francesas, a Embaixada da França no Brasil, além das distribuidoras dos filmes: Autoral, Bonfilm, Califórnia, Fênix, Synapse Distribution, Pandora, Vitrine e os exibidores de cinema independente e as grandes redes de cinema comercial.
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