
Foto: Renata Larroyd
‘Salvador, Salvamor, salva meu amor'! É no swing do refrão ‘Salvamor’ (2025) que o cantor e compositor Duda Diamba anuncia o seu retorno aos palcos, com o hit do Carnaval 2026! Homenageando os 476 anos de Salvador na batida do reggae, a faixa já está disponível no Spotify, Apple Music e outras plataformas de streaming.
Dedicado à primeira capital do Brasil, a faixa vem ganhando as trends no Instagram que exaltam as belezas do “DDD 071”. A composição é assinada por Duda Diamba, Vinícius Casqueiro, Van Cerqueira e Tony Errejota, que traz a ‘vibe verão’ na mistura do reggae e do rocksteady.
Com influências do ‘axé music’, o hit se consolida como uma celebração sonora da cidade, unindo a cadência do reggae aos ritmos da Bahia. A faixa aposta em arranjos solares e refrão contagiante para o verão soteropolitano, com a promessa de aquecer ainda mais a temporada.
Após o sucesso do seu último trabalho, ‘Pulverizando Beleza’ (2025), Duda segue como referência na cena artística nacional, desta vez, trazendo o amor pela sua cidade natal como norteador do novo projeto.
“Eu amo a minha cidade. Meu RG começa com 071, então isso já diz muito sobre quem eu sou. Esse amor é intenso e carregado de paradoxo, porque hoje vivo em São Paulo, longe da beira da praia de Salvador, mas essa distância me faz valorizar ainda mais minha origem. Essa música traz, em primeiro lugar, esse frescor, essa novidade, mas também a carga poética legítima, verdadeira, de dizer exatamente o que sinto. Não é sobre escrever uma letra para conquistar alguém ou atender a uma tendência; é sobre fazer música que seja sincera e que carregue minha identidade. É assim que tento transmitir a Bahia e a minha história através do reggae”, explica.
O amor pela ‘primeira capital do Brasil’ levou Duda Diamba à emplacar o hit durante o réveillon em Taipu de Fora; considerada como “música da edição” logo na estreia da faixa musical. Lançado no dia primeiro de janeiro de 2026, ‘Salvamor’ (2025) é o retrato de Salvador e da Bahia como territórios de cura emocional e afetiva.
“Essa é uma canção que se conecta ao verão, ao turismo cultural e às narrativas contemporâneas que enxergam a Bahia como estado de espírito. Além da capital, há um momento na canção que falamos da Bahia. ‘Tá triste? Bahia. Sem rumo? Bahia’. Sabemos que todos os caminhos levam ao nosso maravilhoso território, em uma singela homenagem à nossa história, cultura, música e ao povo”, comenta.
Embalado pelo momento de apogeu artístico, Duda é conhecido por hits polêmicos como ‘Pardopatia’ e outros sucessos do gênero, como ‘Chama Chama’, ‘Mais Uma Vez (So Long)’, ‘Malês’ e o ‘Hino do Esporte Clube Bahia (versão reggae)’.
Idealizador e vocalista da antiga banda Diamba há três décadas, o compositor já atuou ao lado de grandes nomes do reggae como Natiruts, Ponto de Equilíbrio e Planta & Raiz, além de ter cantado ao lado do The Wailers – banda de Bob Marley – durante à sua carreira de prestígio.
“Aos poucos, estamos vendo mais e mais pessoas colocando o reggae nas trends, (através da faixa ‘Salvamor’) que falam sobre a estética da Bahia, dessa coisa do baiano. Quem vem do Brasil ou de fora do país, e vem ao estado da Bahia para curtir as belezas, no final, sempre tem destino à Salvador, que finaliza as ‘Águas de Março’ com o Carnaval e toda essa nossa magia que carregamos no peito”, diz o cantor.
Hit do Carnaval e a ‘mística’ por trás de ‘Salvamor’ (2026)
Revisitando inspirações que trilharam à história do reggae, como Bob Marley, The Congos e Toots & the Maytals, o cantor baiano traz uma mistura da musicalidade baiana com o ska, rocksteady, o dub e o ragga jamaicano – para o lançamento da nova faixa.
Com o auxílio de Vinícius Casqueiro, Van Cerqueira e Tony Errejota, o cantor aposta na batida do reggae em sintonia com tecnologias criativas e ferramentas digitais. Inovando com ousadia no meio artístico, Duda traz um trabalho de dois meses de produção da faixa, ampliando o alcance do gênero e estabelecendo pontes com as novas gerações.
Atento às transformações tecnológicas e às sonoridades mais contemporâneas do reggae internacional, Duda incorporou as tecnologias ao processo de produção, transferindo a melodia, harmonia e voz já criadas para se acomodar aos tons ideais; mas sem perder a conexão e a identidade do som baiano
Através da mixagem, masterização e arranjos, o cantor inova o legado caribenho da década de 60’ e o transforma em um verdadeiro reencontro com as novas gerações do reggae.
“Trabalhei nesta faixa (Salvamor) para que ela alcançasse um nível de timbragem e musicalidade alinhado ao que há de mais contemporâneo no reggae mundial. Estou sempre atento ao que está sendo produzido agora, ouvindo artistas que apontam novos caminhos e acompanhando de perto as trocas com músicos jamaicanos e ingleses que circulam pelo Brasil”, explica.
Exaltando a cidade de Salvador do início ao fim, Duda mistura memória, cidade e identidade, através de versos como “o melhor remédio para curar e superar a dor: Salvador, Salvamor. Estou muito grato por viver essa nova fase da carreira e por esse trabalho. Viva a Salvador! Nosso amor! Nossa Bahia!”, conclui.
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14/01/2026 às 11:50
Por Redação