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Pela primeira vez em Salvador, show do ‘Baile da Massa Real’ embala foliões na Lavagem do Bonfim
Pela primeira vez em Salvador, show do ‘Baile da Massa Real’ embala foliões na Lavagem do Bonfim
Por Redação
09/01/2026 às 11:11

A folia e o axé baiano invadem o Terminal Náutico de Salvador no próximo dia 15, com a chegada do Baile da Massa Real! A banda, que é sucesso absoluto em São Paulo, antecipa o clima de Carnaval com muito dendê e o mais puro suco de Bahia, em um show inédito, a partir das 15h. Para quem não quer ficar de fora, os ingressos estão disponíveis através da plataforma Ticket Maker.
Com direito a samba-reggae, axé, pagodão, coreografias e clássicos da música baiana, o Baile Massa Real (BMR) promete transformar o centro náutico em pista de dança, resgatando a essência do ‘axé music’ dos anos 90’ e 2000 – na releitura do grupo que faz sucesso há dez anos fora do estado.
Conhecidos por recriar à atmosfera carnavalesca da Bahia na capital paulista, o Baile da Massa Real chega à Salvador pela primeira vez com a formação original da banda: Pietro Leal e Dani Vie nos vocais, Coelho no baixo, Ícaro Reis na guitarra, Thiago Nogueira na bateria, Bananal e Kekel no comando da percussão.
O Baile, que já reuniu mais de 50 mil espectadores no último ano do projeto, traz ao palco canções que vão de “Swing de Campo Grande”, dos Novos Baianos, até os clássicos de Olodum e Timbalada; passeando com naturalidade por hits autorais da banda, como ‘Cachos de Dendê’ e ‘Quero Chá’.
Além de balançar as noites paulistanas, o projeto se firmou como uma vitrine afetiva da música baiana fora da Bahia, assinando um repertório eclético que traz desde os ritmos dançantes da banda “É o Tchan” até a nova cena do “BaianaSystem”, sempre com identidade, coreografias quentes e swing.
Para marcar a chegada em Salvador, o Baile retoma a parceria de sucesso com o cantor Jau, convidado no show de “10 anos do BMR”; e que agora retorna ao ensaio de verão ‘UAFRO’, recebendo também a alegria da banda Bailinho de Quinta.
Sem faltar o dendê e o DNA da Bahia, o Baile da Massa Real é uma das opções de destaque durante a Lavagem do Bonfim, que atravessa à região do Comércio em direção à Cidade Baixa. Para quem for aproveitar a programação, a festa promete uma noite de reencontros, folia e fãs apaixonados pela música produzida na terra do axé.
Segundo o idealizador da festa, o cantor e compositor baiano Pietro Leal, essa é uma oportunidade de renovar os votos e marcar um capítulo especial na história do Baile e da Banda Massa Real.
“Vai ser uma oportunidade maravilhosa de renovar nossos ‘votos baianos’. Fazer isso no dia do Senhor do Bonfim é mais do que especial, é receber essa bênção de perto e nos reabastecer de baianidade. Um misto de saudade de quem está voltando para tocar em casa, para os nossos: amigos, família e tudo mais. E também a vontade de mostrar tudo o que construímos nesses 10 anos, como o amadurecimento do nosso som e da nossa identidade”, explica Pietro.
Conectado às próprias raízes, após uma década de Baile como “Embaixada da Bahia” em SP, o grupo reafirma sua missão de celebrar as músicas que marcaram gerações, com identidade e memória afetiva. Para não faltar o tempero baiano, as apresentações ganham figurinos assinados pela ‘Salcity’, que dão ainda mais cor e energia ao show.
“Vamos trazer essa energia, essa autenticidade baiana que a gente carrega, mesmo sendo músicos residentes em São Paulo. É um som que nasce da saudade, mas também da vivência, do respeito às nossas raízes e da vontade de dividir isso com quem está aqui. Tocar em Salvador, nesse contexto, é reafirmar quem a gente é e de onde a gente veio”, completa Pietro.
Uma década celebrando a ‘Embaixada da Bahia’
Completando dez anos de trajetória, o Baile da Massa Real se estabelece como um dos projetos mais emblemáticos de difusão da cultura baiana fora do estado. Inspirado na canção Massa Real (2006), de Caetano Veloso — eternizada na voz de Gal Costa —, o Baile nasceu como um encontro de afetos, memória musical e identidade. Criado em 2015 pelo multiartista Pietro Leal, natural de Ibicaraí, ao lado dos sócios Grão Azevedo e Téti Milani, o projeto conquistou um público fiel e reúne cada vez mais fãs por onde passa.
“Chegar aos dez anos com esse reconhecimento mostra que a cultura baiana é atemporal e atravessa territórios. O Baile segue com o compromisso de celebrar essa identidade, esteja a gente onde estiver”, conclui Pietro.
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