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Tulipa Ruiz embala novo trailer da animação "Papaya", em cartaz nos cinemas brasileiros
Tulipa Ruiz embala novo trailer da animação "Papaya", em cartaz nos cinemas brasileiros
Por Redação
13/10/2026 às 16:30
Atualizado em 13/10/2026 às 17:12

A cantora Tulipa Ruiz embala o vídeo de "Papaya", primeiro longa-metragem da cineasta Priscilla Kellen, que chegou aos cinemas brasileiros no dia 24 de setembro, com distribuição Cajuína Audiovisual e da Sessão Vitrine Petrobras, projeto de difusão e democratização do cinema brasileiro idealizado pela Vitrine Filmes em parceria com a Petrobras.
Na animação, Tulipa dá voz à personagem Mãe Mamoeiro e amplia sua participação ao interpretar uma canção de ninar composta por seu pai, Luiz Carlos Chagas, originalmente criada para uma peça de teatro. Resgatada pela artista após seu primeiro contato com o longa, a canção passou a integrar a produção e reforça a delicadeza e a identidade musical de Papaya.
Uma honra o convite de Priscilla, de vocalizar Papaya. Uma sementinha de mamão que sonha voar e aos poucos percebe o grande poder de suas raizes. Tenho a alegria de participar da trilha, junto com meu irmão Gustavo Ruiz, cantando o tema da sementinha que é uma música escrita pelo meu pai Luiz Chagas, que minha mãe, Graziella Ruiz, cantava para me ninar. Quem assina a trilha sonora do filme é a Talita Collado que desenhou uma paisagem sonora bem linda para Papaya sonhada por Priscilla. Também tive a gostosura de fazer a voz da Mamoeira, mãe da sementinha. Que grande barato ser a voz de uma árvore tão generosa.
Mais sobre o filme
A animação Papaya, primeiro longa-metragem da cineasta Priscilla Kellen, estreia nos cinemas brasileiros em 24 de setembro de 2026, com distribuição Cajuína Audiovisual e da Sessão Vitrine Petrobras, projeto de difusão e democratização do cinema brasileiro idealizado pela Vitrine Filmes em parceria com a Petrobras.
O filme, ultra colorido, acompanha uma pequena semente de mamão apaixonada pela ideia de voar, que precisa seguir em movimento para evitar criar raízes. Ao longo da jornada, porém, a semente descobre a força transformadora de suas raízes, capazes de conectar vidas por caminhos profundos e misteriosos e de provocar uma verdadeira revolução em seu mundo.
Com produção da Boulevard Filmes, em coprodução com Birdo Studio, Priscilla Kellen e Alê Abreu (diretor de “O Menino e o Mundo”, animação brasileira indicada ao Oscar em 2016), Papaya foi realizado ao longo de sete anos e propõe uma experiência sensorial e simbólica sobre o nascer, crescer e descobrir o mundo a partir do ponto de vista de alguém minúsculo desenvolvendo suas potencialidades.
Sem diálogos em seus 74 minutos de duração, a animação mistura formas bidimensionais, colagens e uma paleta visual inspirada em grafismos latino-americanos e nas obras “paper-cutout” do pintor francês Henri Matisse, estilo que, ao longo da produção, Priscilla passou a definir como “tropicalismo pós-apocalíptico”.
“O longa tem como protagonista uma personagem curiosa, em um mundo que a pressiona a se enquadrar nos padrões e atender às expectativas alheias. Isso reflete temas como diversidade, pertencimento e transformação”, afirma Priscilla Kellen, diretora de Papaya.”
O filme passou por uma longa etapa de desenvolvimento de animatic, com construção de cenas, ambientações sonoras e movimentos visuais que evitam o didatismo. “Optamos por construir uma narrativa respeitando o olhar crítico e capacidade de interpretação da criança, sem entregar tudo pronto”, afirma a diretora.
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