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Hapvida realiza primeiro transplante hepático da rede

Hapvida realiza primeiro transplante hepático da rede

Por Redação

10/02/2026 às 16:55

Imagem de Hapvida realiza primeiro transplante hepático da rede

A Hapvida realizou com sucesso o primeiro transplante hepático na rede própria. O procedimento ocorreu no Hospital Salvalus, em São Paulo, no fim de janeiro. A cirurgia representa um marco histórico para a companhia, ao consolidar a instituição como referência em procedimentos de alta complexidade e ampliar o acesso dos beneficiários a terapias assistenciais avançadas.

O paciente é um homem de 50 anos, morador de Guarulhos, na Grande São Paulo, diagnosticado com cirrose hepática, condição que configura indicação clínica para transplante de fígado. Desde abril de 2024, estava listado no Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e aguardava um órgão compatível.

Para o transplante hepático, após o acionamento da Central Estadual de Transplantes, a captação do órgão de doador falecido é feita pela própria equipe responsável pela realização do procedimento. Com rigorosos protocolos e segurança assistencial, o fígado foi captado pela Hapvida no estado de São Paulo, onde o paciente já aguardava para o início da cirurgia.

“O processo todo foi conduzido por profissionais com ampla experiência na área de transplantes. Desde a captação do fígado até a conclusão do procedimento, a atuação integrada da equipe garantiu segurança, precisão técnica e excelência assistencial. O transplante foi realizado com êxito, o que representa uma nova perspectiva de qualidade de vida para o paciente”, afirma Daniel Fonseca Zandona, médico nefrologista e gerente nacional do Centro Integrado de Transplantes da Hapvida.

O Salvalus é um polo transplantador de três especialidades: hepático, medula óssea — com 36 transplantes realizados em 2025 — e renal, uma recente conquista com a habilitação.

Para André Fioravante, diretor médico de Programas Especiais da Hapvida, os avanços reforçam o compromisso da companhia com o aprimoramento do serviço assistencial e o cuidado integral dos beneficiários.

“A realização do primeiro transplante hepático representa um avanço estratégico para o hospital e para a operadora, reafirmando o comprometimento com inovação, excelência médica e cuidado humanizado, além de abrir caminho para a expansão de programas de transplantes e de alta complexidade na companhia”, ressalta.

Na rede própria, em Fortaleza, o Hospital Antônio Prudente realiza transplantes renal e de medula óssea em adultos. Em Ribeirão Preto, no interior paulista, o Hospital São Francisco realiza transplantes de medula óssea e renal em adultos, e o Hospital Sinhá Junqueira, transplantes de medula óssea pediátricos.

“Por meio de investimentos contínuos em infraestrutura, tecnologia e equipes qualificadas para procedimentos de alta complexidade, fortalecemos a rede própria, reduzindo a necessidade de encaminhamentos externos”, complementa Fioravante.

Programa CASE

O acompanhamento clínico ambulatorial do paciente recém-transplantado é realizado pelo programa CASE (Casos de Alta Complexidade) da Hapvida. Criado em 1997, o centro assistencial é reconhecido por sua trajetória consolidada no cuidado especializado. Atualmente, 19.287 pacientes fazem parte do programa.

Recentemente, o CASE passou a atuar em conjunto com o Centro Integrado de Transplantes. O acompanhamento do paciente ocorre desde a indicação ao transplante até o período pós-cirúrgico, em um modelo de atenção contínuo, integrado e centrado no beneficiário.

Desde a cirurgia, o paciente de 50 anos evolui bem e permanece sob todos os cuidados necessários no período pós-transplante.

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